Diagnóstico
Analisamos a operação, estrutura organizacional, processos, indicadores, custos, sistemas e fluxos de informação.
A DataLakes atua junto à liderança para identificar ineficiências, redesenhar processos, estruturar indicadores e implantar soluções que aumentam a performance do negócio.
Sua empresa não precisa de mais tecnologia. Precisa transformar a forma como opera, decide e controla o negócio.
Nós entramos na operação, entendemos como a empresa funciona de verdade, identificamos gargalos, desperdícios, riscos e oportunidades e construímos, junto à liderança, uma nova arquitetura de gestão.
Não começamos pela ferramenta. Começamos pelo negócio.
Analisamos a operação, estrutura organizacional, processos, indicadores, custos, sistemas e fluxos de informação.
Identificamos onde a empresa perde eficiência, margem, produtividade e capacidade de controle.
Construímos processos, responsabilidades, indicadores e modelos de governança mais eficientes.
Criamos mecanismos para acompanhar resultados, desvios, metas e desempenho das áreas.
Implantamos dados, automação, BI, integrações e arquitetura tecnológica para sustentar o novo modelo.
Acompanhamos a evolução e ajudamos a organização a consolidar a transformação.
Gestão, governança, performance e tecnologia tratadas como um só projeto, porque na empresa elas nunca funcionam separadas.
Trabalhamos ao lado da gestão para entender o problema, redesenhar a solução e participar da implementação.
Produtividade, capacidade, perdas e eficiência.
Custos, orçamento, fluxo financeiro, rentabilidade e controles.
Funil, vendas, margem, canais, clientes e performance comercial.
Compras, estoque, logística, planejamento e nível de serviço.
Eficiência industrial, capacidade, qualidade, perdas e indicadores.
Estratégia, metas, governança, indicadores e tomada de decisão.
Cada etapa termina em algo que a diretoria consegue ler e cobrar: um mapa, um modelo, um indicador ou um resultado medido.
Entramos na empresa e entendemos o negócio, a estratégia, a operação e os principais desafios.
Mapeamos processos, estrutura, indicadores, sistemas, custos, riscos e gargalos.
Redesenhamos os processos e o modelo de gestão necessários para alcançar os objetivos.
Colocamos o novo modelo em operação, utilizando pessoas, processos, dados e tecnologia.
Criamos indicadores e mecanismos de acompanhamento para medir o impacto da transformação.
Acompanhamos a organização na melhoria contínua da performance.
Em algumas semanas, junto à diretoria e aos gestores, analisamos processos, indicadores, sistemas, custos e gargalos. A entrega é um plano, não um relatório de gaveta.
A partir daí nascem os projetos de processos, governança, gestão, dados, BI, automação e tecnologia, cada um com o retorno que justifica a sua existência.
Quanto custa um projeto?
Quanto dinheiro a empresa está deixando de ganhar, ou está perdendo, por causa dessas ineficiências?
Essa é uma conversa da diretoria e da gestão, não de TI.
Com o modelo de gestão desenhado, a tecnologia entra para sustentá-lo. Aqui mora a nossa engenharia: seis frentes técnicas, do ponto de rede até a medida que aparece no painel, respondidas pela mesma casa.
Um lugar só para o dado bruto, o dado tratado e o dado pronto para uso, com controle de quem lê o quê e histórico do que mudou.
Pipelines que rodam sozinhos, avisam quando quebram e não deixam número sumir no meio do caminho.
Modelo dimensional de verdade, com um fato por processo e dimensões compartilhadas, para o filtro de uma área mover todas as áreas juntas.
Painel construído sobre a camada ouro, com medida escrita uma vez e reaproveitada, que abre em segundos e não pede que ninguém confira na planilha depois.
O que hoje é planilha passada por e mail vira fluxo com aprovação, prazo, registro de quem aprovou e aviso quando estoura.
Projeto executivo, lançamento, identificação, certificação de cada link e documentação que continua servindo três anos depois.
Noventa e seis segundos, sem áudio e sem slide. A plataforma aparece na ordem em que é montada de verdade, do primeiro sistema de origem até o painel que a diretoria abre, com a decisão que existe atrás de cada peça.
Nada aparece porque é bonito no desenho. A fila existe porque a origem não espera, a quarentena existe porque a linha ruim não pode virar número.
Painel que trava às oito da manhã costuma ser uplink saturado ou link fora da norma, e não modelo mal escrito. O desenho começa no cabo.
Painel, aplicação e modelo estatístico leem a mesma camada. Quando a regra muda, ela muda em um lugar e todos os três acompanham.
Terminada a construção, fica um sistema que roda sozinho, avisa quando quebra e registra o que fez. Isso é o que entregamos.
Animação técnica autoral, gravada quadro a quadro. Sem banco de imagem e sem trilha. 1920×1080 · 30 fps · sem áudio
Não começamos do zero em cada projeto. São padrões testados, que a gente ajusta ao seu volume, à sua regulação e ao que você já tem instalado. Passe o olho: se um deles parece o seu cenário, já temos por onde começar a conversa.
Arraste o diagrama para o lado para ver a arquitetura inteira.
Animações curtas, em repetição, feitas aqui dentro. Cada uma leva menos de dez segundos e resolve uma pergunta que aparece em toda primeira reunião.
Três origens com ritmos diferentes chegando na mesma camada bruta, sem uma atropelar a outra. GIF
A linha suja entra no bronze, é conformada no prata e vira medida no ouro, sem apagar o rastro. GIF
Pedido, alçada, aprovação e escrita de volta no sistema, com prazo contado e histórico gravado. GIF
Perda de inserção, diafonia, retorno e atraso, medidos porta a porta, com laudo por ponto. GIF
Boa parte do que chega como problema de BI termina em cabo mal lançado, uplink saturado, link fora da norma ou rack sem energia redundante. É por isso que a DataLakes não terceiriza a camada física: quem desenha a plataforma é quem responde pelo caminho.
Fazemos o projeto executivo antes do primeiro metro, lançamos com identificação nas duas pontas, certificamos cada ponto com equipamento de campo e entregamos o relatório junto com a planta as built. Se um ano depois alguém precisar achar a porta do ponto 3F 214, a documentação responde.
Painel ilustrativo, com valores de exemplo. O relatório real sai do certificador de campo, por ponto, e vai anexo à entrega.
A escolha de ferramenta vem depois do problema, nunca antes. Se o seu ambiente já é Microsoft, não vamos empurrar uma migração para justificar horas.
As duas coisas. Uma consultoria pode diagnosticar e uma empresa de tecnologia pode implementar. A DataLakes faz o diagnóstico, redesenha processos e governança junto à liderança e depois implanta os dados, a automação e a tecnologia que sustentam o novo modelo, sem troca de fornecedor no meio do caminho.
Pelo Diagnóstico de Performance Empresarial. Em algumas semanas, junto à diretoria e aos gestores, analisamos processos, indicadores, sistemas, custos e gargalos e entregamos o mapa de oportunidades, as prioridades, o impacto financeiro estimado e o plano de transformação. Os projetos seguintes nascem desse plano.
Tem. Indicadores divergentes quase sempre são sintoma de uma operação que cresceu sem evoluir a sua estrutura de gestão. Definimos com a liderança o que cada indicador significa, quem responde por ele e de onde ele vem, e construímos uma estrutura única e confiável para que toda a organização trabalhe com os mesmos números.
As duas, e é justamente esse o ponto. Dá para contratar só a plataforma de dados ou só o cabeamento, mas o maior ganho aparece quando a mesma engenharia responde pelo caminho inteiro. Quando o painel demora a abrir, ninguém fica empurrando a culpa entre fornecedores.
Não. Boa parte dos projetos começa híbrido e fica híbrido de propósito. O que tem razão para permanecer na sua casa permanece, seja por latência, licença, contrato ou regulação. A ligação entre os dois lados é parte do projeto, não um detalhe deixado para depois.
Tem, e quase nunca é um problema de Power BI. Números divergentes costumam vir de cada área ter construído a sua própria versão da mesma medida, sobre extrações diferentes. A correção é definir a camada ouro como fonte única, escrever a medida uma vez e publicar como modelo compartilhado. Os relatórios existentes passam a apontar para lá.
Ao final de cada carga o pipeline compara contagem e soma antes e depois do modelo. Se não bater, ele aponta quantas linhas se perderam e em qual junção, e a carga não é promovida. Linha que não passa na validação de entrada vai para quarentena com endereço exato: arquivo, linha e coluna.
Planta as built com a rota real, planilha de identificação relacionando ponto, painel e porta, laudo de certificação de cada link no arquivo do próprio certificador e a carta de garantia do sistema, emitida pelo fabricante do cabo. Sem isso a obra não é considerada encerrada.
Sim. Começa por um diagnóstico honesto, que às vezes conclui que o que existe está bom e só precisa de operação. Quando não está, o parecer diz o que dá para aproveitar, o que precisa ser refeito e em que ordem, com custo por etapa.
O código fica no repositório da sua empresa, a documentação é entregue viva e o treinamento do seu time faz parte do escopo, não é um extra. Continuar conosco precisa ser uma escolha, não uma consequência de não haver alternativa.
Conte-nos quais desafios sua organização enfrenta. Nossa equipe avaliará o cenário e identificará oportunidades de melhoria em gestão, processos, governança, performance e tecnologia.